Mitos e verdades sobre Jejum Intermitente

O jejum intermitente é um método de emagrecimento que está cada vez mais popular devido aos seus resultados e por ser prático de seguir. Porém, a nova “moda” da nutrição vem cheio de mitos e verdades. Por isso, as nutricionistas Fabiana Golfeto e Vitoria Bernardinelli trazem informações essenciais sobre a técnica à VOX.

Mesmo com as polêmicas, o jejum intermitente vem se tornando um estilo de vida com cada vez mais adeptos. Especialistas comprovam a eficácia da prática, que traz diversos benefícios, como perda de peso, melhora da saúde e simplifica o seu estilo de vida saudável. Inclusive, segundo as nutricionistas, um estudo que ganhou o prêmio Nobel de Medicina comprovou que a restrição alimentar auxilia na renovação celular, ou seja, ajuda na limpeza interna do organismo.

Mas, afinal, o que é jejum intermitente? “É importante destacar que jejum intermitente não é dieta, é o oposto, é o ato de não comer por determinados períodos de tempo. São períodos nos quais você fica sem comer de forma planejada e orientada por um profissional especializado. O jejum pode ser de 12h, 16h e até 24h”, explica Fabiana.

O jejum é um método de cura e limpeza já muito antigo. Porém, os hábitos modernos nos distanciaram desta prática. “E, hoje, muitos que não se informam a respeito julgam como algo maléfico à saúde. Mas, na verdade, nosso corpo por milhares de anos foi adaptado a ficar longos períodos sem alimentação”, completa a nutricionista.

A prática do jejum pode parecer algo quase impossível de se fazer para muitas pessoas. Por isso, é preciso estar preparado psicologicamente previamente para iniciar o processo, alerta a nutricionista Vitoria Bernardinelli. “É importante observar que a prática do jejum não é para todos.

Deve ser praticado por pessoas saudáveis, que tenham uma alimentação equilibrada. A prática do jejum em pessoas não saudáveis pode ser prejudicial, portanto é necessário atenção”, informa a profissional.

 

QUEBRANDO OS MITOS DO JEJUM INTERMITENTE

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“É importante entendermos que nosso corpo não foi adaptado para comer com tanta frequência, fomos educados praticamente toda a vida a comermos seis vezes por dia, o que é demasiado para nosso corpo, não necessitamos tanta energia. A constante ingestão de alimentos com altos índices glicêmicos, sim, prejudica nossa saúde”, diz Vitoria Bernardinelli.

 

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“Não se preocupe, você não perderá massa magra durante a prática do jejum, mas é necessário que você se alimente de forma adequada e balanceada durante as janelas de alimentação, com ingestões suficientes de carboidratos e proteínas de qualidade que supram as necessidades do seu corpo. Apenas períodos muito prolongados de jejum e práticas erradas causam o processo catabólico”, explica Fabiana Golfeto.

 

Os benefícios do jejum intermitente
:: renovação celular: causa a chamada autofagia, mecanismo de auto limpeza e renovação das células do corpo;
:: produção de HGH: o aumento do hormônio do crescimento no corpo que ajuda na queima de gordura;
:: diminuição da insulina: durante o jejum caem drasticamente os níveis de insulina no sangue;
:: saúde mental: aumento da proteína BDNF no cérebro e melhora a saúde cerebral;
:: longevidade: aumento da expectativa de vida das células; e
:: emagrecimento: é uma ótima opção para perder peso e diminuir gordura visceral.

FABIANA GOLFETO
CRN3 26194

VITORIA BERNARDINELLI
CRN3/p 53033

 

Serviço
Clínica Golfeto
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João Vinícius

Jornalista

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